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De R$ 800 no Amazonas a R$ 60 mil em 1 ano em SC: jovem viraliza com virada de vida

Influenciador Giovanni afirma ter juntado R$ 60 mil em um ano trabalhando como operador de caixa em Balneário Camboriú, sem formação técnica ou superior, e divide opiniões nas redes sociais.

De R$ 800 no Amazonas a R$ 60 mil em 1 ano em SC: jovem viraliza com virada de vida
Foto: Reprodução

Giovanni, jovem que se identifica nas redes sociais como criador de conteúdo de lifestyle e freelance, afirma ter saído de uma realidade em que ganhava cerca de R$ 800 por mês no Amazonas para juntar R$ 60 mil em apenas um ano trabalhando no setor operacional em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. O relato viralizou nas redes sociais e dividiu opiniões entre seguidores e moradores da região.

Em vídeo gravado em frente à nova unidade do supermercado Koch, na cidade, ele conta que fez quase R$ 1 mil em apenas quatro dias atuando como operador de caixa durante a inauguração da loja, em jornada das 8h às 20h. “Hoje, depois de 1 ano em SC, bati 60k no ano trabalhando no operacional. Sem curso técnico ou graduação”, afirmou na legenda do post.

O degrau, não o destino

Na publicação, Giovanni descreve a rotina como um ponto de partida e não como destino final, e convida outros migrantes a acompanharem sua trajetória profissional em Santa Catarina.

O freela é o meu degrau, não o meu destino. Se você também veio pra vencer e quer ver como vou sair do operacional, já me acompanha.

A imagem que acompanha o vídeo mostra a fachada do supermercado, com uma viatura de trânsito da Prefeitura de Balneário Camboriú estacionada na via.

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A reação dos seguidores

Nos comentários, parte dos seguidores celebrou a história e relatou trajetórias semelhantes de prosperidade no estado. “Estou aqui há 3 anos. Aqui, quem trabalha e tem objetivo se dá muito bem. Não troco por nada”, escreveu um seguidor. Outro afirmou ter migrado do Piauí e descrito a mudança para Santa Catarina como uma das melhores decisões da vida.

Por outro lado, parte dos comentaristas questionou a viabilidade do relato diante do custo de vida em Balneário Camboriú. Uma seguidora afirmou ter voltado de Florianópolis após quatro semanas porque a manutenção ficou “insustentável”, apesar de ter formação superior e técnica e renda mensal de R$ 3.150. Outro morador citou que aluguéis na cidade partem de R$ 1.200 por mês para quartos pequenos.

A resposta às críticas

Diante dos questionamentos, Giovanni respondeu publicamente que reconhece o custo de vida elevado, mas defendeu que a chave estaria no esforço e no planejamento.

Moro aqui, pago minhas contas e não apenas sobrevivo, eu construo. O segredo não é só quanto se ganha, mas como se planeja e no que se acredita.

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A outra seguidora que disse ter retornado de Santa Catarina foi rebatida diretamente. “Daí agora você vai começar a falar mal de Santa Catarina porque não deu certo pra você, minha jovem?”, respondeu o autor do vídeo.

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Santa Catarina segue figurando entre os estados que mais atraem trabalhadores de outras regiões do país, especialmente para postos no setor operacional, comércio e turismo no litoral. Casos como o de Giovanni reforçam o discurso de que, no estado, quem está disposto a trabalhar encontra espaço para prosperar.

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